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quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Tecnologia toma conta da Humanidade

por: Caroline Brito


O texto "Curtir é covardia", cujo o autor é Jonathan Franzen começa citando a seguinte frase :


“Curtimos o espelho e o espelho nos curte. Ser amigo de alguém é apenas incluí-lo na sua lista de espelhos elogiosos”. O escritor e ensaísta Jonathan Franzen explica a importância de rimar amor e dor em tempos de curtição social
A tecnologia influente na vida das pessoas
Para o escritor as redes sociais vem banalizando o sentimento das pessoas, um exemplo citado por ele é a rede social mais "popular" do momento o Facebook. O artigo fala exatamente o que vem ocorrendo na população, o botão acionado pelas pessoas "curtir" tem significado de aprovação e destaque na rede social. 

O que acontece com o sentimento das pessoas? Namorar, ficar amigo tudo agora acontece dentro do meio virtual, e através de coisas tecnologicas como celulares de ultima geração, Ipad, etc...

Concordo totalmente com o que diz o autor em seu texto, a sociedade de hoje, passou a ser uma sociedade de consumo e sem sentimentos reais, o mundo agora é virtual.

Confira o texto acessando o link: Curtir é Covardia!

PLANEJAMENTO GRÁFICO - TRABALHOS

Trabalhos realizados durante o semestre:

*acesse o link: Jornal ULTIMATO - Planejamento Gráfico

*acesse o link: Capa de Revista - Planejamento Gráfico (PROVA)

*acesse o link: BLOCO DE NOTAS - AULA 1 PLANEJAMENTO GRÁFICO

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O PODER MUTÁVEL DA MODA
Desde o começo, os homens passaram a se cobrir com peles de animais  para se proteger do clima, e com o tempo essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status. A moda hoje se baseia em um conceito de exclusividade e é vista como uma expressão de arte.
Atualmente vivemos num mundo em que a moda está presente em tudo. É considerada hoje um fenômeno socio-cultural que expressa hábitos, usos e costumes da sociedade num determinado momento. As tendências da moda surgem associadas a uma passagem de estação para estação, o que pode ser visto como algo negativo, pois muitas pessoas deixam de lado os gostos pessoais e passam a vestir aquilo que está na moda.
A moda é facilmente mutável, um exemplo disso aparece todos os anos no São Paulo Fashion Week, um evento que tem como principal meta mostrar o que o mundo adotará para usar na estação em questão e construir essa cultura de moda no Brasil.
Na minha opinião esse tipo de evento vem dando certo no que diz respeito a influência da moda na vida das pessoas, é notável  o grande espaço que essa cultura vem conquistando no mundo. O SPFW desse ano recebeu 30 mil empresas e um faturamento de 50 bilhões de reais em sua comemoração de 15 anos. O evento divulgou mais uma vez trabalhos de criadores da moda e apresentou a coleção Outono/Inverno que abordou a temática onde contava histórias, através das roupas, resgatando o passado com projeções para o futuro, atraindo olhares fixos durante todo o desfile em mais um capítulo  de ajuda a edificação da cultura no Brasil.

Virada Cultural traz apresentação do alto
Grupo “Solas de Vento” conquista olhares em apresentação



    Grupo Solas de Vento em apresentação
Texto: Caroline Brito Foto: Caroline Brito
T
arde de domingo, estação Júlio Prestes, um dos  espaços onde ocorre a Virada Cultural. Pessoas vestidas de todos os jeitos, muita bebida e um movimento enorme para as apresentações dos shows que ocorrem na praça. O cantor Frejat sobe ao palco e canta músicas de Cazuza e Legião Urbana que estão até hoje na boca do povo, entre elas estão “Exagerado”, Por você”e “Ainda é cedo”, canção composta por Renato Russo. Porém ele não é o único a chamar a atenção do público. Um grupo de aerocrobáticos também surpreende a platéia, transformando um simples show num espetáculo a parte. Com danças nos ares o grupo “Solas de Vento” mostra sua arte através da suspensão. Um dos integrantes do grupo fala a respeito da emoção que é participar da “Virada Cultural e também do medo que ele sente toda vez que fica suspenso nas alturas.
O bailarino Ricardo Mendes, 33 participou de outras apresentações durante o mesmo evento e nos conta que essa experiência por qual passa sempre, deve ao seu grande esforço nos ensaios “Faço parte do grupo Solas de Vento há muitos anos e ensaio o ano inteiro para fazer essas apresentações, é difícil e da um baita medo subir ali, depois de um tempo é que acostuma e é só emoção como você pode ver”.
Ricardo conta que o grupo “Solas de Vento” também se apresenta em outros lugares “Nós fazemos apresentações no Sesc, num cabaré que privilegia muito o circo e também em eventos parecidos com esse da Virada. Minha companhia tenta levar tudo para um conteúdo teatral, então a gente cria um espetáculo teatral e usa o circo e a dança como ferramenta”.
A encenação vista durante a “Virada” é realizada com a participação de mais cinco pessoas, que se revezavam para subir e fazer o espetáculo, Ricardo não quis revezar com ninguém, todas as vezes que a suspensão subia ele estava lá em cima, dançando, vibrando e cantando “Eu gosto muito, me emociono muito e as pessoas sempre querem falar comigo, pois elas notam essa minha vontade de fazer a arte no alto, eu gosto e não é a toa que estou há quase 24 horas subindo e descendo sem parar”.
Os artistas só descem da suspensão quando o show encerra. Somaram mais de 50 minutos o tempo em que Ricardo esteve no alto, movimentando-se sem descer para descansar o corpo “Saindo daqui vou direto para uma apresentação no palco do Largo da Batata, que não é um palco de show é só um espetáculo do grupo mesmo”, o bailarino encerra dizendo que se tivesse tempo visitaria as outras atrações da “Virada”, principalmente a Pinacoteca que recebeu milhares de pessoas nesses dois dias de evento e que é a que ele mais tem vontade de visitar.





O relógio que orienta a cidade paulistana



foto: Marcello Palhais/Diário SP – Augusto faz os ajustes;

Por: Caroline Brito

Manhã de sexta-feira, Estação da Luz, é onde se vê o movimento de pessoas correndo e direcionando seus olhares aflitos ao monumento exposto na Torre do Relógio. Cento e quarenta e cinco degraus. É hora do relojoeiro Augusto Fiorelli, 51 conferir o relógio.
Era 1901 quando os ingleses trouxeram para São Paulo três relógios iguais ao do principal ponto turístico de Londres, um deles foi instalado na Estação da Luz, mas devido a um incêndio, um mecanismo derreteu e o relógio foi substituído por outro nacional bem parecido com o original. O monumento é observado todos os dias por milhares de pessoas que olham para o topo da torre da estação da luz, olhando as horas e correndo contra o tempo para não se atrasar, além de ser o grande destaque da estação ele recebe grandes cuidados do relojoeiro Augusto Fiorelli. “Lá em cima eu dou corda no relógio, lubrifico as engrenagens e confiro se o horário esta certo”, conta.
O trabalho é maior quando muda o horário de verão, ele conta que demora mais ou menos 11 horas para acertar todos os relógios cuidados por ele, pois além do relógio da Luz ele cuida de outros 11 espalhados pela cidade de São Paulo, começa na Freguesia do Ó e acaba em Paranapiacaba.
Com muita dedicação e trabalho ele cumpre suas responsabilidades sem deixar se quer qualquer detalhe fora dos ajustes, “Um relógio como esse não pode errar a hora, ele serve de guia para as pessoas que todo o momento estão passando por aqui. Então como aqui é alto bate muito vento e os ponteiros acabam saindo do lugar, se chove a atenção tem que ser maior e deixar tudo certo”, explica.
Mesmo com todo o movimento diário, muitas pessoas que passam por ali não sabem as histórias que trouxeram o relógio até a estação, para a maioria o monumento não passa de um simples relógio. “Eu nunca soube de nenhuma história, pra mim ele é um relógio comum, diferente dos outros, mas com a mesma finalidade de outro qualquer” relata a vendedora Dayana Ferreira, 27.
Não é com os mesmos olhos da vendedora que o relojoeiro fala sobre o que enxerga, frente ao monumento, ele se emociona em dizer as diversas histórias que já ouviu e passou junto ao seu falecido avô, de quem herdou o oficio. “Cuidar desse relógio já me trouxe muitas histórias, desde adolescente cuidei disso com meu avô, só posso dizer que é incrível, pra mim nunca vai ser um simples relógio”.
Outras histórias marcaram Fiorelli. “Em 2004 fizeram uma pintura no relógio, ficou muito parecido com a antiga, isso me deixou muito feliz conseguiram resgatar aquela imagem que conhecemos de muito tempo atrás”. O relógio exposto na Estação da luz é visível aos olhos de todos, seja para ver a hora, seja para descobrir qual o seu significado na história, o que importa é que ele está lá e ainda ficará por muito tempo. “Eu espero cuidar dele até quando eu não puder mais. diz, “Não consigo imaginar quem ficaria aqui no meu lugar, faço tudo sozinho e não é fácil”.
Com simpatia e emoção o relojoeiro finaliza dizendo que seu maior orgulho é poder fazer parte da história da Torre do relógio.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

FIEO RECEBE CONSAGRADO PUBLICITÁRIO,ZÉ LUIZ

FIEO RECEBE CONSAGRADO

PUBLICITÁRIO, ZÉ LUIZ




por: Caroline Brito e Eduardo Camargo

 
Acostumado a lidar com os grandes públicos, José Luiz comparece ao UNIFIEO, e a convite, ministra palestra pela segunda vez na semana da comunicação.
Na noite de quinta-feira, 12 de maio, o Centro Universitário FIEO recebeu em seu campus, localizado na Vila Yara, José Luiz Martins, convidado a ministrar palestra na já tradicional “semana da comunicação”. A instituição acostumada a promover eventos voltados aos mais diversos cursos, contou, pela segunda vez, com a presença de José Luiz, publicitário gabaritado e atual diretor de criação da agência Áfrika, e também criador de diversas propagandas, entre elas a da Pepsi Twist, considerada por ele a principal de sua carreira.
O palestrante, em discurso permeado de humor, comentou sobre seu trabalho e também sobre a profissão que envolve não apenas publicitários, mas que engloba toda a área de comunicação. O publicitário falou por mais de duas horas e buscou esclarecer as dúvidas dos mais diversos alunos, dos diferentes cursos do UNIFIEO. Ele buscou destacar os momentos mais importantes de sua carreira, exibindo algumas de suas propagandas mais famosas, que lhe renderam o Cannes, considerado o ‘Oscar’ da propaganda.
Em espaço aberto aos alunos, o publicitário respondeu uma série de questões. Em uma delas, José Luiz fala sobre quais são as maiores dificuldades dos estudantes recém-formados.
“A falta de experiência prática. Muitos alunos saem com uma bagagem acadêmica, mas naturalmente sem experiência. A melhor coisa é procurar um estágio na área escolhida o mais rápido possível e aprender na prática o que a faculdade ensinou na teoria”, afirma.
O palestrante indica ainda os caminhos para que um publicitário possa ter sucesso em sua carreira e que suas ideias se destaquem frente aos seus concorrentes.
“Ela deve ser original, relevante e pertinente ao briefing. Não basta ter só uma ou duas dessas qualidades, precisa das três. Se não for original, não chama a atenção de ninguém. Se não for relevante, chama a atenção, mas não importa para as pessoas. Se não for pertinente ao briefing, não acrescenta nada à marca”, declara José Luiz, que também acredita na necessidade de se criar um personagem e dar vida, alma a ele, para que o produto possa ser bem

divulgado e tenha sucesso garantido, pois segundo ele a publicidade tem que mostrar a personalidade do produto.
Ele comenta também sobre a mídia e as estratégias usadas para se alcançar o público alvo e o cativar, entender a proposta da propaganda e consequentemente do produto.

“Quando se tem uma estratégia bem definida, você deita e rola. Com o comercial da Pepsi nós fomos evoluindo a cada comercial. Evoluímos através do esqueleto. Tenho orgulho de ter feito o diálogo dos ‘limõezinhos’, a Pepsi Twist passou a vender mais do que a Pepsi comum”.

José Luiz Martins encerra sua palestra enfatizando quesitos que , independentemente da profissão que se exerça, são fundamentais e fazem com que o funcionário seja comprometido com seu trabalho e futuramente seja reconhecido.

“Tem dias que você não está bem, mas para trabalhar nisso, não importa o humor. No dia em que você não está legal, você tem que fazer de qualquer jeito, não pode depender da inspiração. Você só vai se tornar importante quando você tiver uma ideia que se destaque. Você tem que se destacar”, encerra.

O Mercado da "Educação"

O mercado da “educação”
O preço abusivo das atividades extra
por: Caroline Brito e Eduardo Camargo
Atualmente o Brasil não é reconhecido mundialmente como um dos países com os mais altos índices de educação básica, pelo contrário, segundo o último ranking realizado e divulgado pela UNESCO, em janeiro deste ano, o Brasil perdeu posições em relação a 2009, de 76º para 88º lugar entre 128 países. O ensino particular tornou-se uma válvula de escape para a precariedade das escolas públicas brasileiras e acaba sendo muito procurado, porém muitas vezes possuí atividades que compõe a média final dos alunos, que estão fora do alcance financeiro dos pais, criando assim um empecilho a mais para se obter uma educação de bom nível.

Em entrevista, Ivani Sartori, diretora do COC, Colégio Osvaldo Cruz, um dos mais famosos e procurados colégios da região de Osasco, fala sobre a importância das escolas particulares e qual seu diferencial na aprendizagem dos alunos: “A escola particular propicia ao aluno um conhecimento amplo. Por possuir aulas mais dinâmicas, proporciona aos estudantes além da informação, a formação necessária”.
 
Ivani Sartori afirma ainda, que as atividades extracurriculares são essenciais para que o aluno tenha uma boa formação, pois para ela essas atividades fazem o estudante compreender melhor os conteúdos, além de ensinar sobre os valores e respeito ao outro. Quanto à valia, cobrada fora da mensalidade, à diretora declara: “Não embutimos valores de viagens na mensalidade do aluno, pois não podemos obrigar o aluno a participar de atividades que ele não tenha condições de pagar”. A entrevistada comenta que há outras possibilidades para o estudante compor sua nota, pois se o mesmo tiver problemas financeiros e não conseguir acompanhar a sala nas atividades propostas, ele realizará outra atividade que venha atingir o ideal dado pela instituição, efetuando passeios mais acessíveis ou pesquisa em biblioteca. Também segundo a diretora, está prevista uma prova para os alunos ingressantes, a fim dos mesmos conseguirem uma bolsa, e ser admitido no COC com uma redução da mensalidade.
 
As dificuldades encontradas no ensino público, que envolvem não apenas a péssima qualidade da maioria das instituições, mas também a violência presente nelas e vários outros aspectos que desqualificam as mesmas, tem feito com que o ensino particular seja cada vez mais requisitado. Segundo Silvana Amorim, autônoma e mãe de quatro filhos, e que pagou escolas particulares para suas filhas por muito tempo, sendo que uma delas estudou em um colégio do gênero da 2ª série ao 3º ano do ensino médio, diz qual é sua visão sobre as atividades extracurriculares: “Não sou muito a favor, além do custo alto, eles não aproveitam para aprender e sim para se divertir”. Apesar da clara insatisfação, quanto algumas das atividades propostas, a mãe declara sobre a qualidade do ensino privado: “Com relação a qualidade estou satisfeita, pois além da carga horária que é proposta durante o ano, a escola proporciona extras diariamente, dando oportunidade de melhor estudo e aprendizado para não ficar com tempo ocioso”, finaliza.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Globalização x Robotização



Robatização na Globalização


A Globalização é o grande processo da fase atual do desenvolvimento capitalista, ela vem pulverizando a mão de obra do trabalhador, isso tudo para baratear no custo de produção, ou seja, a pulverização surgiu para fragmentar a produção. Essa fragmentação aconteceu por causa de alguns motivos um deles é a robotização.

A Robotização no sistema atual gerou grandes discussões. Devido a procura incessante ao lucro, as empresas vêm buscando meios que as levem o mais rápido á isso, e a robotização acabou sendo uma saída de sucesso para elevação na produção.

Esse método de alcance ao lucro traz benefícios somente aos capitalistas e causa uma preocupação na vida de operários, pois eles acabam sendo descartados e substituídos por máquinas.

Uma matéria publicada em agosto de 2001 pela “Folha Online” falava exatamente sobre a robotização no mercado, onde funcionários da empresa Volkswagen protestaram através de uma paralisação nas atividades, devido a substituição de funcionários no posto bancário do Unibanco, instalado dentro da fábrica, por máquinas automáticas. Os operários em defesa protestaram por não serem a favor da robotização e automação que tira o emprego das pessoas.

Concordamos que as fábricas coloquem máquinas para agilizar no processo de produção, mas somos contra a desvalorização da mão-de-obra do homem. Deve existir alguma solução que evite o desemprego, por exemplo, os trabalhadores deveriam ser colocados em outras áreas onde pudessem trabalhar e não serem prejudicados pela substituição das máquinas.

Já dizia Otavio Ianni, em relação às formas de organização social da empresa , “a sofisticação da divisão do trabalho e a especialização da força do trabalho, esta robotizando e informatizando organizações e atividades econômicas,sociais,políticas e culturais”.

Realmente a melhor forma seria recrutar os funcionários para outras áreas, pois assim como disse Thomas A. Stewart, “As máquinas trabalham, muitas vezes melhor do que qualquer ser humano poderia trabalhar, mas não criam” , ou seja, as máquinas tem o poder de trabalhar mais rápido e melhor, mas não possuem um cérebro capaz de pensar e criar.

Alguns outros motivos relacionados a essa fragmentação é devido a fatores que se ligam a robotização como, o desemprego estrutural que faz com que as pessoas procurem o mercado informal e assim por diante.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Férias Férias Férias!

Férias:  um período de descanso periódico de
uma atividade constante, geralmente trabalho ou aulas.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

“Que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”

A Idéia de Existência
“Que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”


(Pensamento Anarquista)

O Existencialismo surgiu em meados do século XIX, sendo considerado um movimento filosófico no período entre guerras, na Europa. Naquela época todo o clima que se enfrentava em meio a uma crise geral proporcionou um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, uma vez que as idéias discutidas por esse movimento abordavam questões relativas à existência humana em um período tão conturbado como aquele.

Muitos filósofos fizeram parte dessa corrente, cada um deles falou sobre a existência humana, criando pensamentos próprios e distintos entre si, porém com elementos comuns que permite pensar o Existencialismo enquanto uma corrente filosófica.

Para a corrente da existência, o homem é o único ser existente e exerce essa influência ao perceber-se livre para escolher, se o ser humano não tiver autonomia de escolha estará vinculado ao nada, “Ninguém pode ser nada antes de existir”, disse Sartre, o ser humano constrói sua essência a partir de suas escolhas, onde nada está pré-determinado, e é a partir da angústia de ter que escolher que o Homem define o que ele quer ser. A angústia se faz presente no momento de escolha porque este envolve deixar de lado todas as outras possibilidades em função de uma, ou seja, na escolha sempre lidamos com perdas. Para Sartre “O homem deve ser inventado todos os dias”. Pensando pelo lado da liberdade de escolha é a angústia que fundamenta todos os valores que vão sendo construídos e, conseqüentemente, torna o homem responsável por tudo o que escolhe e faz. “A liberdade é o único fundamento do ser” afirma Sartre. O princípio de Sartre é a não existência de Deus, o homem não tem ao que se apegar. Somos livres, sós e sem desculpas. Chega à conclusão de que nada justifica a existência, o tédio dos dias e das noites, caminhos obscuros e desertos, o cotidiano. Mas isso não o livra da liberdade e da responsabilidade, que são da essência do homem, uma liberdade sem conteúdo se torna amargura, náusea.

Podemos perceber que a angústia e o desespero são temas centrais dessa corrente filosófica. De acordo com o filósofo Sören Kierkegard, o desespero humano é causado pela distância entre a criatura e o criador, ele coloca a causa do sofrimento em questão.

A liberdade, segundo ele, gera no homem a angústia que pode levá-lo, de várias formas, ao desespero. Então, cada decisão é um risco, o que deixa a pessoa mergulhada na incerteza, pressionada por uma decisão que se torna angustiante. Como no modo de vida estético, escolhe fugir dessa angústia e do desespero através do prazer e de buscar a inconsciência de quem ele é. Outra forma de fuga é ignorar o próprio eu, tornando-se um autômato.

No conceito do existencialismo, as idéias, ou as essências, não são anteriores às coisas, são as próprias coisas consideradas de determinado ponto de vista, em sua universalidade e não em sua particularidade. Síntese do universal e do particular, o indivíduo existente é redutível ao pensamento, ou inteligível, na medida em que contêm o universal, a essência humana.

Para concluir, ao analisar o pensamento anarquista “O que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”, que defendia a ideologia libertária e profundamente individualista, podemos observar que essa linha de pensamento anarquista se identifica com o pensamento existencialista de Sartre, pois os dois pensamentos se ligam quando o existencialismo apóia que o homem tem que ser livre para decidir e escolher o que ele quer e o que é bom para si, e por outro lado quando o anarquismo defende a idéia de que sem as privações das instituições, a sociedade seria mais evoluída e igualitária.

por: Caroline Brito


PS:  o Texto tive como fonte alguns sites para ajuda e o FIM desse texto tem uma ajudinha da Fernanda Fioravanti , entrem no blog dela : http://parteminha.blogspot.com/

Transtorno de Conclusão de Curso.

TCC


Trabalho de Conclusão de Curso
ou
Transtorno de Conclusão de Curso.




Vida Pré e Durante o TCC.




Decidir o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e como elaborá-lo pode ser bem difícil e pode gerar alguma angústia, especialmente se a cobrança for maior que os esclarecimentos fornecidos. Há quem pense em desistir do curso no final, ou encara a coisa como um Transtorno de Conclusão de Curso.

Apesar da angústia e do nervosismo, o TCC cria um espaço para os estudantes iniciarem-se no campo da pesquisa, buscando ampliar os conhecimentos teóricos acumulados ao longo da graduação


Na semana do dia 16 a 20 de novembro,os estudantes do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade FIEO apresentaram o Trabalho de Conclusão de Curso.Após as apresentações , alunos da agência ‘Essência Publicidade’ contaram como foi desde o inicio do trabalho.

“Houve vários conflitos,afinal um TCC ocupa m uito os integrantes do grupo,isso gera um stress passageiro”,diz Henrique Brito, 23 anos.

O grupo apresentou o produto DECAMATIC ECO, da empresa Deca,com a finalidade de mostrar ao publico um produto que traz mais conforto e economia nos banheiros.

“Os motivos que nos levaram a escolha do tema foi a sustentabilidade e a responsabilidade social, no caso o uso racional de água”,

explica Hellen Cristine Januário,22 anos,estudante.    

Os gastos de um TCC é nítido, banners, brindes, figurinos e outras coisas que foram usadas durante a apresentação,mostra a dedicação dos alunos que se preparam para concluir o curso e saírem oficialmente Publicitários.

“Houve muitos gastos, devido a impressão de folders, material de merchandising, campanhas publicitárias, contratação de locutores, edição de algumas peças”, diz Henrique.

Apesar de alguns erros,os alunos mostraram-se tranquilos durante a apresentação.O grupo explicou o que fizeram para manter a tranquilidade e apresentarem um bom trabalho.

“Conseguimos controlar o nervosismo,pois estávamos preparados,entregamos tudo no prazo e isso nos fez manter os pés no chão”,conta a Agência Essência Publicidade.

Os trabalhos já foram entregues e apresentados,o grupo já sabe da aprovação,mas aguardam ansiosamente pela nota do trabalho.



Por: Caroline Brito

O Tempo não para !




O filme ‘ O TEMPO NÃO PARA’ se tornou uma obra muito especial para mim, ganhei de uma pessoa muito importante no ano de 2005 que já veio a falecer. É o filme da história do meu grande ídolo Cazuza.


A história conta a vida de um garoto dourado do sol de Ipanema que surpreendeu o cenário musical brasileiro. À frente de uma banda de rock cheia de garra, começou a dar voz aos impulsos de uma juventude ávida de novidades. Ele, Cazuza, era a grande novidade.

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza , foi cantor, compositor brasileiro, que ganhou fama como símbolo da sua geração enquanto vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho, sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor que houver nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

Cazuza tornou-se um dos ícones da música brasileira do final do século XX. Dentre sucessos musicais solos destacam-se "Exagerado","Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa".


Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro. Cazuza era a voz que eu mais ouvia na minha infância, conheci a música do ‘gênio rebelde’ através dos meus pais, mas só na adolescência quando ganhei o dvd de presente que descobri a história que havia por trás daquela voz que sempre me encantou, uma história com muita rebeldia e que ao mesmo tempo nos mostra uma grande lição de vida, mostra o que as drogas e amizades erradas podem trazer para a vida de um jovem.

Nasci meses antes em que em que Cazuza veio a falecer, não tive a oportunidade de ouvi-lo cantar em cima dos palcos, mas todas as vezes que assisto ao filme é como eu tivesse vivido aquela época. Nos dias de hoje as músicas não são mais como as da década de 80, as bandas atuais não me dão tanto prazer de ouvir como as de antes, mesmo não fazendo parte da época é, Rock de 80 que me atrai até hoje, e Cazuza, é o meu ídolo principal.

Artigo Arnaldo Jabor

Artigo

Arnaldo Jabor














“Tenho saudades da escuridão”



O crítico cineasta e jornalista carioca, Arnaldo Jabor, escreve toda terça-feira artigos sobre política, cultura e fatos cotidianos.

No último dia 17, Jabor escreveu um artigo lembrando-se de seu passado em relação ao “apagão” que aconteceu em alguns estados do Brasil,inclusive no estado de São Paulo, local onde estava o jornalista.

Em “Tenho saudades da escuridão”, o jornalista fala que o ocorrido trouxe uma repentina, triste saudade de sua infância suburbana.

Jabor conta como vivia detalhe por detalhe de sua pobre infância, diz que “As noites eram mais escuras. Volta e meia, faltava energia”, ele gostava da luz do dia, as noites não traziam coisas boas na sua vida e nem em sua casa, pois era quando a luz do dia ia embora e a noite chegava que ele presenciava as brigas de seus pais.

Naquela época acontecia o maior fenômeno da história da ciência,o eclipse e o Brasil era o melhor lugar para se observar, para a tristeza de Jabor ,tudo ficou escuro. O eclipse trouxe espanto para ele e para todas pessoas que moravam no subúrbio e fez com que a idéia de que os dias claros, com sol,chuva e tudo aquilo que eram “dele” fosse deslocada, por causa do tal “fenômeno” que trouxe ao Brasil, cientistas estrangeiros e diversos aparelhos.

Nesse artigo, o jornalista relaciona seu passado onde cientistas eram mais importantes manipulando e deixando pessoas assustadas com os fenômenos mal explicados à sociedade com o presente, em que para ele o governo esconde verdades, deixando brasileiros desamparados e tratados como “débeis mentais”.



Por: Caroline Brito

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PRIMEIRO ENCONTRO: O DRAMA FEMININO

Quando um homem chama uma mulher para sair, não sabe o grau de estresse que

isso desencadeia em nossas vidas. O que venho contar aqui hoje é mais

dedicado aos homens do que às mulheres. Acho importante que eles saibam. O

que se passa nos bastidores. Você, mulher, está flertando um Zé Ruela

qualquer. Com sorte, ele acaba te chamando para sair. Vamos supor, um

jantar.

Ele diz, como se fosse a coisa mais simples do mundo 'Vamos jantar amanhã?'

Você sorri e responde, como se fosse a coisa mais simples do mundo: 'Claro,

vamos sim'. Começou o inferno na Terra. Foi dada a largada. Você começa a se

reprogramar mentalmente e pensar em tudo que tem que fazer para estar

apresentável até lá. Cancela todos os seus compromissos canceláveis e começa

a odisséia. Evidentemente, você também para de comer, afinal, quer estar em

forma no dia do jantar e mulher sempre se acha gorda. Daqui pra frente, você

começa a fazer a dieta do queijo: fica sem comer nada o dia inteiro e quando

sente que vai desmaiar come uma fatia de queijo. Muito saudável.

Primeira coisa: fazer mãos e pés. Quem se importa se é inverno e você

provavelmente vai usar uma bota de cano alto? Mãos e pés tem que estar

feitos - e lá se vai uma hora do seu dia.

Vocês (homens) devem estar se perguntando 'Mão tudo bem, mas porque pé, se

ela vai de botas?' Lei de Murphy. Sempre dá merda.

Uma vez pensei assim e o infeliz me levou para um restaurante japonês

daqueles em que tem que tirar o sapato para sentar naqueles tatames. Me

danei! Tive que tirar o sapato com aquela sola do pé cascuda, esmalte

semi-descascado e cutícula do tamanho de um champignon!

Vai que ele te coloca em alguma outra situação impossível de prever que te

obriga a tirar o sapato? Para nossa paz de espírito, melhor fazer mão é pé,

até porque boa parte dessa raça tem uma tara bizarra por pé feminino.

OBS: Isso me aborrece. Passo horas na academia malhando minha bunda e o

desgraçado vai reparar justamente onde? No pé! Isso é coisa de... Melhor

mudar de assunto...

As mais caprichosas, além de fazer mão e pé, ainda fazem algum tratamento

capilar no salão: hidratação, escova, corte, tintura, retoque de raiz, etc.

Eu não faço, mas conheço quem faça.

Ah sim, já ia esquecendo. Tem a depilação. Essa os homens não podem nem

contestar. Quem quer sair com uma mulher não depilada, mesmo que seja apenas

para um inocente jantar?

Lá vai você depilar perna, axila, virilha, sobrancelha etc, etc. Mulher

sofre! E lá se vai mais duas hora do seu dia. E uma hora bem dolorida,

diga-se de passagem.

Dia seguinte. É hoje seu grande dia.

Quando vou sair com alguém, faço questão da dar uma passada na academia no

dia, para malhar desumanamente até quase cuspir o pulmão. Não, não é para

emagrecer, é para deixar minha bunda e minhas pernas enormes e durinhas

(elas ficam inchadas depois de malhar).

Geralmente, o Zé Ruela não comunica onde vai levar a gente. Surge aquele

dilema da roupa. Com certeza você vai errar, resta escolher se quer errar

para mais ou para menos. Se te serve de consolo, ele não vai perceber.

Alias, ele não vai perceber nada. Você pode aparecer de Armani ou enrolada

em um saco de batatas, tanto faz. Eles não reparam em detalhe nenhum, mas

sabem dizer quando estamos bonitas (só não sabem o porquê).

Mas, é como dizia Angie Dickinson: 'Eu me visto para as mulheres e me dispo

para os homens'. Não tem como, a gente se arruma, mesmo que eles não

reparem.



Escolhida a roupa, com a resignação que você vai errar, para mais ou para

menos, vem a etapa do banho. Depois do banho e do cabelo, vem a maquiagem.

Nessa etapa eu perco muito tempo.Lá vai a babaca separar cílio por cílio com

palito de dente depois de passar rímel.

Depois vem a hora de se vestir. Homens não entendem, mas tem dias que a

gente acorda gorda. É sério, no dia anterior o corpo estava lindo e no dia

seguinte...

Não sei o que é (provavelmente nossa imaginação), mas eu juro que acontece.

Muitas vezes você compra uma roupa para um evento, na loja fica linda e na

hora de sair fica um caos. Se for um desses dias em que seu corpo está

horrível e o espelho está de sacanagem com a sua cara, é provável que você

acabe com um pilha de roupas recusadas em cima da cama, chorando, com um

armário cheio de roupa gritando 'EU NÃO TENHO ROOOOOUUUUUPAAAA'.

O chato é ter que refazer a maquiagem.

E quando você inventa de colocar aquela calça apertada e tem que deitar na

cama e pedir para outro ser humano enfiar ela em você? Uma gracinha, já vai

para o jantar lacrada a vácuo. Se espirrar a calça perfura o pâncreas.

Ok, você achou uma roupa que ficou boa. Vem o dilema da lingerie. Salvo

raras exceções, roupa feminina (incluindo lingerie) ou é bonita, ou é

confortável. Você olha para aquela sua calcinha de algodão do tamanho de uma

lona de circo. Ela é confortável. E cor de pele. Praticamente um método

anticoncepcional. Você pensa 'Eu não vou dar para ele hoje mesmo, que se

foooda'. Você veste a calcinha. Aí bate a culpa.

Eu sinto culpa se ando com roupa confortável, meu inconsciente já associou

estar bem vestida a sofrimento.

Aí você começa a pensar 'E se mesmo sem dar para ele, ele pode acabar vendo

a minha calcinha... Vai que no restaurante tem uma escada e eu tenho que

subir na frente dele... se ele olhar para essa calcinha, broxará para todo o

sempre comigo...'.

Muito puta da vida, você tira a sua calcinha amiga e coloca uma daquelas

porras mínimas e rendadas, que com certeza vão ficar entrando na sua bunda a

noite toda. Melhor prevenir!!!

Os sapatos. Vale o mesmo que eu disse sobre roupas: ou é bonito, ou é

confortável. Geralmente, quando tenho um encontro importante, opto por UMA

PEÇA de roupa bem bonita e desconfortável, e o resto menos bonito mas

confortável. FATO: Lei de Murphy impera.

Com certeza me vai ser exigido esforço da parte comprometida pelo

desconforto. Ex: Vou com roupa confortável e sapato assassino. Certeza que

no meio da noite o animal vai soltar um 'Sei que você adora dançar, vamos

sair para dançar! Eu tento fazer parecer que as lágrimas são de emoção.

Uma vez um sapato me machucou tanto, mas tanto, que fiz um bilhete para mim

mesma e colei no sapato, para lembrar de nunca mais usar!

Porque eu não dei o sapato? Porra... me custou muito caro. Posso não usá-lo,

mas quero tê-lo. Eu sei, eu sei, materialista do caralho. Vou voltar como

besouro de esterco na próxima encarnação e comer muito cocô para ver se

evoluo espiritualmente! Mas por hora, o sapato fica.

Depois que você está toda montadinha, lutando mentalmente com seus dilemas

do tipo 'Será que dou para ele? E se ele não me chamar pra sair outra vez?

Talvez eu deva dar...' começa a bater a ansiedade. Cada uma lida de um

jeito.

Tenho um faniquito e começo a dizer que não quero ir. Não para ele, ligo

para a infeliz da minha melhor amiga e digo que não quero mais ir, que sair

para conhecer pessoas é muito estressante, que se um dia eu tiver um AVC é

culpa dessa tensão toda que eu passei na vida toda em todos os primeiros

encontros que quero voltar tartaruga na próxima encarnação. Ela, coitada,

escuta pacientemente e tenta me acalmar.

Agora imaginem vocês, se depois de tudo isso, o filho da mãe liga e cancela

o encontro? 'Surgiu um imprevisto, podemos deixar para semana que vem?'.

Gente, não é má vontade ou intransigência, mas eu acho inadmissível uma

coisa dessas, a menos que seja algo muito grave! Eu fico P da vida! Claro,

na cabecinha deles não custa nada mesmo, eles acham que é simples, que a

gente levantou da cama e foi direto pro carro deles.

Se eles soubessem o trabalho que dá, o estresse, o tempo perdido... nunca

ousariam remarcar nada.

Se dane! Vem me buscar de maca e no soro, mas não desmarque comigo! Até

porque, a essas alturas, a dieta radical do queijo está quase te fazendo

desmaiar de fome, é questão de vida ou morte a droga do jantar! NÃO CANCELEM

ENCONTROS A MENOS QUE TENHA ACONTECIDO ALGO MUITO, MUITO, GRAVE!

Mas, supondo que ele venha.

Ele liga e diz que está chegando. Você passa perfume, escova os dentes e

vai. Quando entra no carro já toma um eufemismo na lata 'MMM... tá

cheirosa!' (tecla sap: 'Passou muito perfume, ').

Ele nem sequer olha para a sua roupa. Ele não repara em nada, ele acha que

você é assim ao natural. Eu não ligo, acho homem que repara muito meio

viado, mas isso frustra algumas mulheres.

E se ele for tirar a sua roupa, grandes chances dele tirar a calça junto com

a calcinha e nem ver.

Pois é, Minha Amiga, você passou a noite toda com a rendinha atochada no

rego (que por sinal custou muito caro) para nada. Homens, vocês sabiam que

uma boa calcinha, de marca, pode custar o mesmo que um MP4? Favor tirar sem

rasgar.

Quando é comigo, passo tanto estresse que chego no jantar com um pouco de

raiva do cidadão.

No meio da noite, já não sinto mais meus dedos do pé, devido ao princípio de

gangrena em função do sapato de bico fino.

Quando ele conta piadas e ri eu penso 'É, eu também estaria de bom humor,

contando piada, se não fosse essa calcinha intra-uterina raspando no colo do

meu útero'.

A culpa não é deles, é minha, por ser surtada com a estética. Sinto o

estômago fagocitando meu fígado, mas apenas belisco a comida de leve. Fico

constrangida de mostrar toda a minha potência estomacal assim, de primeira.

Para finalizar, quero ressaltar que eu falei aqui do desgaste emocional e da

disponibilidade de tempo que um encontro nos provoca.

Nem sequer entrei no mérito do DINHEIRO. Pois é, tudo isso custa caro. Vou

fazer uma estimativa POR BAIXO, muito por baixo, porque geralmente pagamos

bem mais do que isso e fazemos mais tratamentos estéticos:

Roupa.............................R$ 300,00

Lingerie..........................R$ 80,00

Maquiagem.........................R$ 50,00

Sapato............................R$ 150,00

Depilação.........................R$ 50,00

Mão e pé..........................R$ 15,00

Perfume...........................R$ 80,00

Pílula anticoncepcional...........R$ 30,00

(lembrem- se da camisinha)

Ou seja, JOGANDO O VALOR BEM PARA BAIXO, gastamos, no barato, R$ 500 para

sair com um Zé Ruela. Entendem porque eu bato o pé e digo que homem TEM QUE

PAGAR A CONTA? A gente gasta muito mais para sair com eles do que ele com a

gente!

Por isto amigos, valorizem seu próximo encontro e aprendam um pouco mais,

sobre este ser fantástico, chamado mulher..

ENVIE ISTO PARA:

MULHERES INTELIGENTES QUE PRECISEM DAR UMAS RISADAS...

E PARA QUE OS HOMENS SEJAM CAPAZES DE LIDAR COM ISSO DA PRÓXIMA VEZ!!!

sábado, 26 de setembro de 2009




Temos rotas a seguir

Podemos ir daqui pro mundo
Mas quero ficar porque
Quero mergulhar mais fundo


Só de me encontrar no seu olhar
Já muda tudo
Posso respirar você
E posso te enxergar no escuro


Tem muito tempo na estrada
Muito tem
E como quem não quer nada
Você vem
Depois da onda pesada
A onda zen
É namorar na almofada
E dormir bem


Foi o seu olhar
O que me encantou
Quero um pouco mais
Desse seu amor...

Seu Jorge