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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Férias de inverno divertidas com “Putz Grill...”, stand up comedy do CQC Oscar Filho

Férias de julho com Oscar Filho, o pequeno pônei, do CQC em cartaz todo sábado às 23h59 no Teatro Shopping Frei Caneca


Oscar Filho – Foto: Otávio Rotundo


Mês de julho chegando e, junto com ele, as tão esperadas férias de inverno. Com muito humor, o “pequeno pônei”, humorista e repórter do CQC, Oscar Filho, convida todos para espantar o frio em seu show, “Putz Grill...”, em cartaz todo sábado, às 23h59, no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo.


Prestes a completar três anos de estrada, “Putz Grill...” já passou por mais de 80 cidades brasileiras e foi visto por mais de 140 mil pessoas, provando que realmente caiu nas graças do público.


O HUMORISTA


Oscar Filho é um dos protagonistas da nova geração do humor brasileiro mostrando conhecer naturalmente a receita do gênero stand up: originalidade, surpresa, carisma e identificação com o público.


Em 1996, aos 18 anos, ganhou o primeiro lugar no 12º Concurso de Contos e Poesias de Atibaia, com o conto “O Baú” representando a cidade no Mapa Cultural Paulista.


Formou-se em 2003 pelo INDAC - Instituto de Artes e Ciências e um ano depois foi indicado como Melhor Ator no Prêmio Coca-Cola FEMSA de Teatro, com o espetáculo “A Matéria dos Sonhos”, de Fábio Torres.


Em 2005 ajudou a fundar o primeiro grupo de stand up do Brasil: “Clube da Comédia Stand Up” que é referência da linguagem no país junto com o “Comédia em Pé” do Rio de Janeiro. Ainda atua no Clube da Comédia que está em cartaz em São Paulo.


Trabalhou em campanhas publicitárias, peças teatrais, escreveu para revistas e participou do primeiro projeto de stand up comedy aberto ao público feito por uma empresa privada.


A originalidade dos textos e sua capacidade de improvisação lhe renderam seu primeiro trabalho na MTV e, logo depois, o convite para a atuação como repórter no telejornal humorístico da Band, o CQC – Custe o que Custar, onde está até hoje. Em 2010, Oscar Filho atuou como diretor da peça “Zappiada”, que ficou em cartaz no Teatro Procópio Ferreira. Atualmente é colunista do site Guia da Semana.


SERVIÇOS


Putz Grill...


com Oscar Filho


Temporada: 5 de fevereiro de 2011 – sem data prevista para término


Todos os sábados às 23h59h


Local: Teatro Shopping Frei Caneca


Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca, 6ºandar


São Paulo


Gênero: Stand up Comedy


Duração: 70 minutos


Ingressos: R$ 50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (meia – carteirinha de estudante e idosos)


Capacidade: 600 lugares


Classificação: 14 anos


Estacionamento no local


Bilheteria: Terça a sábado: Das 13h até o início do espetáculo.


Domingo: Das 10h às 19h.


Vendas também pelo site www.ingressorapido.com.br


Lugares para portadores de necessidades especiais: Sim


Mais informações: 3472-2229 / 3472-2230 (Atendimento somente nos horários de funcionamento da bilheteria)


Fonte: Namoska Comunicação
Mês de férias marca a estreia do show de humor “Sem Pé Nem Cabeça” no Teatro Juca Chaves

Dupla de humoristas une seus talentos em espetáculo hilário e criativo

Zé Luiz Martins e Bernardo Veloso - FOTO: Alex Alves


Na noite de 9 de julho, o teatro Juca Chaves se torna palco de nova atração de humor, com a estreia de “Sem Pé nem Cabeça”, show no melhor estilo stand up comedy, com os humoristas Zé Luiz Martins e Bernardo Veloso. Em temporada sem data prevista para término, o show permanece em cartaz todos os sábados, sempre às 23h.
O show com duração de 80 minutos tem textos dos dois humoristas, intercalados em blocos com duração de 20 minutos de apresentação de cada um. “Observamos que este formato de apresentação renova as expectativas do público a cada bloco, prendendo sua atenção até o final” diz Zé Luiz.
Observações irônicas e divertidas sobre diversos assuntos do dia a dia fazem parte do roteiro afiado da dupla, que narra textos de própria autoria, sem maquiagem, figurino ou cenário. Todos os assuntos se tornam motivo para piada, desde futebol até comportamento, passando pela vida das celebridades, relacionamentos, história, música, trabalho, entre muitos outros temas.


Sobre o elenco:
Zé Luiz Martins_ Humorista e Publicitário. Como publicitário, ganhou diversos prêmios como Leão em Cannes, One Show, Festival de Londres e Clio.



Há 2 anos é humorista de stand up comedy, se apresentando em bares e teatros do país e participando de diversos programas de TV. Também é colaborador da Revista Mad e é um dos autores do livro de humor “35 Segredos para Chegar a Lugar Nenhum”.


No palco, Zé Luiz dá um show fazendo piadas inclusive com suas próprias deficiências físicas, mostrando que o politicamente correto nem sempre é a melhor solução.


Bernardo Veloso_ Roteirista, Radialista e Comediante. Começou como roteirista do site Humortadela, escreveu também para o site Animatunes. Desde 2008, está na Rádio Energia 97,7 FM (SP), onde é roteirista e produtor das esquetes de humor do programa Estádio 97, e também é integrante do programa do Palhacinho. Além disso integra a equipe de criação do site www.osqueridoes.com.br , com mais de 1 milhão de acessos. No stand up, foi um dos fundadores do grupo “As Comédias de Todos Nós” e do grupo “Comédia na Veia”.


SERVIÇO:


Sem Pé Nem Cabeça


com Zé Luiz Martins e Bernardo Veloso


Temporada: estreia 9 de julho, sem data prevista para término.


Quando: Todo sábado


Horário: 23h.


Local: Teatro Juca Chaves - Rua João Cachoeira - 899 - Itaim Bibi


Dentro do Hipermercado Extra Itaim.


http://jucachaves.uol.com.br/teatro/


Informações e reservas: 11 3168-2015


Gênero: Stand up Comedy


Duração: 80 minutos


Ingressos: R$ 40,00


Capacidade: 370 lugares


Classificação: 14 anos


Lugares para portadores de necessidades especiais: sim


Estacionamento: gratuito dentro do hipermercado Extra Itaim


Venda antecipada de ingressos: http://www.ingresso.com/

FONTE: NAMOSKA COMUNICAÇÃO

Férias de julho com o Clube da Comédia Stand Up



Dê um pontapé no frio e aproveite as férias para dar muita risada com o Clube da Comédia Stand Up, toda quinta-feira, às 21h, no Teatro Shopping Frei Caneca

Clube da Comédia Stand Up com nova formação – Foto: Otavio Rotundo


Lá se foram seis meses e, enfim, férias! Férias remetem diversão e diversão é o que não falta no show do Clube da Comédia Stand Up. Danilo Gentili, Marcela Leal, Marcelo Mansfield, Oscar Filho e Patrick Maia, integrantes do elenco fixo do grupo, se apresentam toda quinta-feira, às 21h, no Teatro Shopping Frei Caneca e convidam o público para muitas risadas neste mês de férias.


Com seis anos de estrada, o Clube da Comédia Stand Up já foi visto por mais de 200 mil pessoas e, este ano, integrou mais humorista ao elenco, Patrick Maia. Chamado de 5º elemento ele agora se junta a feras do gênero como Danilo Gentili, Marcela Leal, Marcelo Mansfield e Oscar Filho para fazer parte do elenco fixo do grupo.


Com boas sacadas relacionadas aos acontecimentos do cotidiano, irreverência, personalidade e talento, o show é conduzido pelo apresentador e humorista Marcelo Mansfield, que intercala seus textos entre as apresentações dos demais. Quando Mansfield sai de cena, a diversão fica por conta de apresentações individuais de Danilo Gentili, Marcela Leal, Oscar Filho e agora também de Patrick Maia.


Sobre os humoristas:


Danilo Gentili é humorista, cartunista e publicitário premiado. Sua curta carreira como redator publicitário se encerrou quando se apresentou pela primeira vez como humorista stand up. A partir daí, ganhou uma vaga no time fixo do Clube da Comédia Stand Up. Tem passagens por outros festivais e shows como “Comédia em Pé” (RJ) e no “Risorama”, mostra oficial de humor do Festival de Teatro de Curitiba. Atualmente, além de atuar pelo Clube da Comédia Stand Up, também diverte o público com seu stand up comedy solo, “Volume I”.


Marcela Leal é humorista e roteirista de humor, começou a se dedicar exclusivamente ao gênero ao fazer participações no show “Terça Insana”, onde também escreveu esquetes para os atores convidados. Montou o show de humor “Mulheres em Curto” em 2002, onde assinou texto e direção. No ano seguinte montou e dirigiu o grupo “TPM de humor”. Escreveu e dirigiu o espetáculo “A Comédia Ordinária”, que esteve em cartaz no Next em 2004. Atualmente, além de atuar pelo Clube da Comédia Stand Up, também diverte o público com seu stand up comedy solo, “Tirando do Sério”.


Marcelo Mansfield, é ator e apresentador, começou sua carreira em performances nas cidades de Boston e Los Angeles. De volta ao Brasil, uniu-se ao grupo “Harpias”, com Angela Dip e Giovanna Gold. Fez mais de 500 filmes publicitários, 17 filmes, entre curtas e longas, com destaque ao premiadíssimo “A Festa” de Hugo Giorgetti, o cultuado “Durval Discos” de Anna Muylaert e o Trash “Loira Incendiária”, no qual foi co-autor do roteiro juntamente com Angela Dip e Mauro Lima, baseado na sua peça de mesmo nome. Atualmente, além de atuar pelo Clube da Comédia Stand Up, também diverte o público junto com Carlos Farielo na peça “Má Companhia”.


Oscar Filho é um dos protagonistas da nova geração do humor brasileiro mostrando conhecer naturalmente a receita do gênero stand up: originalidade, surpresa, carisma e identificação com o público. Em 2005 ajudou a fundar o primeiro grupo de stand up do Brasil: “Clube da Comédia Stand Up” que é referência da linguagem no país junto com o “Comédia em Pé” do Rio de Janeiro. A originalidade dos textos e sua capacidade de improvisação lhe renderam seu primeiro trabalho na MTV e, logo depois, o convite para a atuação como repórter no telejornal humorístico da Band, o CQC – Custe o que Custar, onde está até hoje. Em 2010, Oscar Filho atuou como diretor da peça “Zappiada”, que ficou em cartaz no Teatro Procópio Ferreira. Atualmente é colunista do site Guia da Semana e além de atuar pelo Clube da Comédia Stand Up, também diverte o público com seu stand up comedy solo, “Putz Grill...”.
Patrick Maia nasceu em 1985, no ABC paulista, na cidade de São Caetano do Sul, Patrick Maia é formado em propaganda, e trabalhou em algumas agências como redator por algum tempo. Tempo suficiente para perceber que sua criatividade seria melhor aplicada no humor, já que tudo o que criava era motivo de gargalhadas. Era fã de Stand Up Comedy mesmo antes de saber que era esse o nome da arte de fazer rir com apenas um microfone na mão. Começou a escrever seus textos de humor em meados de 2008, e aos poucos foi dando as caras nas noites de humor que surgiam pela cidade de São Paulo. No palco, sua comédia tem um tom sarcástico e questionador, com críticas ao estilo de vida moderno e observações de assuntos corriqueiros, que passam despercebidos pela maioria das pessoas. Atualmente é integrante do Clube da Comédia, e faz apresentações em diversos shows de humor pelo país. Além de humorista, é apaixonado por música, toca bateria e sempre carrega uma gaita no bolso.


SERVIÇOS

Clube da Comédia Stand Up


Com Danilo Gentili, Marcela Leal, Marcelo Mansfield, Oscar Filho e Patrick Maia


Temporada: 10 de março de 2011 – sem data prevista para término


Todos as quintas às 21h


Local: Teatro Shopping Frei Caneca


Rua Frei Caneca, 569 - Shopping Frei Caneca, 6ºandar


São Paulo


Gênero: Stand up Comedy


Duração: 60 minutos


Ingressos: R$ 50,00 (Inteira) e R$ 25,00 (meia – carteirinha de estudante e idosos)


Capacidade: 600 lugares


Classificação: 14 anos


Estacionamento no local (Dentro do Shopping)


Bilheteria: Terça a sábado: Das 13h até o início do espetáculo.


Domingo: Das 10h às 19h.


Vendas também pelo site www.ingressorapido.com.br


Lugares para portadores de necessidades especiais: Sim


Mais informações: 3472-2229 / 3472-2230 (Atendimento somente nos horários de funcionamento da bilheteria)

Fonte: Namoska Comunicação
Com humor irreverente, “Los Comédias”, esquenta as noites de terça-feira em Pinheiros, no Dinossauros Rock Bar

Show promete agitar o início da semana paulistana mesclando improviso, música e muito mais


Los Comédias em apresentação no Dinossauros Rock Bar - Daniel Pinheiro, André Santi, Rafael Marinho, Tomas Kenedi e Marcio Nigro – Foto: Divulgação


As noites de terça-feira nunca mais serão as mesmas, pelo menos no que depender do “Los Comédias”. Irreverência, sarcasmo e muito humor, são esses ingredientes que o público paulistano vai encontrar no show de André Santi, Daniel Pinheiro, Tomas Kenedi, Marcio Nigro e Rafael Marinho. O quinteto, que se apresenta toda terça-feira às 21h, no Dinossauros Rock Bar, tradicional pub da região de Pinheiros, convida a todos para iniciar a semana com muito bom humor.

O grupo “Los Comédias” propõe um formato diferente dos shows de humor já conhecidos do público paulistano como o stand up comedy tradicional, trazendo um mix com: esquetes, improviso, sátiras, paródias, vídeos, músicas e muito humor, tudo isso com uma pitada sarcástica da banda “Libera o Badaró Light”.

 
Sobre os integrantes do grupo:

 
André Santi_ Professor de teatro, músico, capoeirista e ator, experiências distintas que contribuíram para a rápida ascensão no mundo do stand up comedy, onde iniciou em 2009. Sucesso de público e crítica por onde esteve em cartaz, dono de um humor físico com um ritmo cativante que quebra o tradicionalismo do formato, tornando ainda mais atraente suas apresentações. Semanalmente lança vídeos na internet com esquetes de humor publicados por diversos sites de humor com grande aceitação e resposta do público.

Daniel Pinheiro_ Radialista, roteirista e humorista, iniciou sua carreira nos palcos fazendo stand up comedy em Madrid enquanto estudava e trabalhava também como garçom. De volta ao Brasil tornou-se rapidamente destaque no cenário paulistano, foi indicado como revelação do humor em 2010.


Marcio Nigro_ Músico premiado, compositor, produtor musical e jornalista, Marcio Nigro sempre trabalhou com grandes nomes da música e do cinema, assinando trilhas de importantes filmes nacionais, como: “A Encarnação do Demônio” de José Mojica Martins (Zé do Caixão), “O Contador de Histórias” de Luis Villaça e o premiado (Grande Prêmio Brasileiro de Cinema, Festival de Brasília e Prêmio Contigo do Cinema Nacional), “É Proibido Fumar” de Anna Muylaert. Além disso, junto com Tomas Kenedi, criaram a banda de humor Libera o Badaró, que explodiu na internet com o hit: “Jesus Negão”.

Rafael Marinho_ Iniciou cedo sua carreira como humorista em Fortaleza, reconhecida como a capital do humor. Em São Paulo entrou em contato com o Stand-Up comedy, em 2008 e, foi escolhido pela revista Época, uma das revelações da nova geração de humoristas, junto com Carol Zoccoli, Rafinha Bastos e Danilo Gentili. Recebeu em seus shows todos os grandes nomes do Stand-Up brasileiro e já foi assistido por mais de 100 mil pessoas em mais de 70 cidades por todo o país. Já participou de diversos programas de rádio e TV como Transalouca, Café com Bobagem, Programa do Jô entre vários outros.


Tomas Kenedi_ Humorista, ator, músico e redator publicitário, Tomas Kenedi dividiu o palco com grandes atores/comediantes como Luis Miranda e Marcelo Medici. Enquanto paralelamente liderava junto com Marcio Nigro a banda de humor “Libera o Badaró”, conhecida por todo o Brasil por conta da música Jesus Negão, que rapidamente tornou-se fenômeno na internet. No início de 2010 aliou: a experiência como ator cômico e os anos de palco como músico para se aventurar pelo mundo do Stand-Up Comedy de forma muito bem sucedida.

SERVIÇO:



Los Comédias


com André Santi, Daniel Pinheiro, Tomas Kenedi, Marcio Nigro e Rafael Marinho.


Temporada: estreia 3 de maio, sem data prevista para término.


Quando: Toda terça-feira.


Horário: 21h.


Local: Dinossauros Rock Bar – Rua dos Pinheiros, 518 - Pinheiros


www.dinossaurosrockbar.com.br


Informações e reservas: (11) 3062.7151 - após às 19h / (11) 9914-7001 ou


reservas@dinossaurosrockbar.com.br


Gênero: Comédia e Stand up Comedy


Duração: 80 minutos


Ingressos: R$ 20,00


Capacidade: 180 lugares


Classificação: 18 anos

FONTE: NAMOSKA COMUNICAÇÃO

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Tecnologia toma conta da Humanidade

por: Caroline Brito


O texto "Curtir é covardia", cujo o autor é Jonathan Franzen começa citando a seguinte frase :


“Curtimos o espelho e o espelho nos curte. Ser amigo de alguém é apenas incluí-lo na sua lista de espelhos elogiosos”. O escritor e ensaísta Jonathan Franzen explica a importância de rimar amor e dor em tempos de curtição social
A tecnologia influente na vida das pessoas
Para o escritor as redes sociais vem banalizando o sentimento das pessoas, um exemplo citado por ele é a rede social mais "popular" do momento o Facebook. O artigo fala exatamente o que vem ocorrendo na população, o botão acionado pelas pessoas "curtir" tem significado de aprovação e destaque na rede social. 

O que acontece com o sentimento das pessoas? Namorar, ficar amigo tudo agora acontece dentro do meio virtual, e através de coisas tecnologicas como celulares de ultima geração, Ipad, etc...

Concordo totalmente com o que diz o autor em seu texto, a sociedade de hoje, passou a ser uma sociedade de consumo e sem sentimentos reais, o mundo agora é virtual.

Confira o texto acessando o link: Curtir é Covardia!

PLANEJAMENTO GRÁFICO - TRABALHOS

Trabalhos realizados durante o semestre:

*acesse o link: Jornal ULTIMATO - Planejamento Gráfico

*acesse o link: Capa de Revista - Planejamento Gráfico (PROVA)

*acesse o link: BLOCO DE NOTAS - AULA 1 PLANEJAMENTO GRÁFICO

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O PODER MUTÁVEL DA MODA
Desde o começo, os homens passaram a se cobrir com peles de animais  para se proteger do clima, e com o tempo essa proteção foi se tornando cada vez mais sinônimo de poder e status. A moda hoje se baseia em um conceito de exclusividade e é vista como uma expressão de arte.
Atualmente vivemos num mundo em que a moda está presente em tudo. É considerada hoje um fenômeno socio-cultural que expressa hábitos, usos e costumes da sociedade num determinado momento. As tendências da moda surgem associadas a uma passagem de estação para estação, o que pode ser visto como algo negativo, pois muitas pessoas deixam de lado os gostos pessoais e passam a vestir aquilo que está na moda.
A moda é facilmente mutável, um exemplo disso aparece todos os anos no São Paulo Fashion Week, um evento que tem como principal meta mostrar o que o mundo adotará para usar na estação em questão e construir essa cultura de moda no Brasil.
Na minha opinião esse tipo de evento vem dando certo no que diz respeito a influência da moda na vida das pessoas, é notável  o grande espaço que essa cultura vem conquistando no mundo. O SPFW desse ano recebeu 30 mil empresas e um faturamento de 50 bilhões de reais em sua comemoração de 15 anos. O evento divulgou mais uma vez trabalhos de criadores da moda e apresentou a coleção Outono/Inverno que abordou a temática onde contava histórias, através das roupas, resgatando o passado com projeções para o futuro, atraindo olhares fixos durante todo o desfile em mais um capítulo  de ajuda a edificação da cultura no Brasil.

Virada Cultural traz apresentação do alto
Grupo “Solas de Vento” conquista olhares em apresentação



    Grupo Solas de Vento em apresentação
Texto: Caroline Brito Foto: Caroline Brito
T
arde de domingo, estação Júlio Prestes, um dos  espaços onde ocorre a Virada Cultural. Pessoas vestidas de todos os jeitos, muita bebida e um movimento enorme para as apresentações dos shows que ocorrem na praça. O cantor Frejat sobe ao palco e canta músicas de Cazuza e Legião Urbana que estão até hoje na boca do povo, entre elas estão “Exagerado”, Por você”e “Ainda é cedo”, canção composta por Renato Russo. Porém ele não é o único a chamar a atenção do público. Um grupo de aerocrobáticos também surpreende a platéia, transformando um simples show num espetáculo a parte. Com danças nos ares o grupo “Solas de Vento” mostra sua arte através da suspensão. Um dos integrantes do grupo fala a respeito da emoção que é participar da “Virada Cultural e também do medo que ele sente toda vez que fica suspenso nas alturas.
O bailarino Ricardo Mendes, 33 participou de outras apresentações durante o mesmo evento e nos conta que essa experiência por qual passa sempre, deve ao seu grande esforço nos ensaios “Faço parte do grupo Solas de Vento há muitos anos e ensaio o ano inteiro para fazer essas apresentações, é difícil e da um baita medo subir ali, depois de um tempo é que acostuma e é só emoção como você pode ver”.
Ricardo conta que o grupo “Solas de Vento” também se apresenta em outros lugares “Nós fazemos apresentações no Sesc, num cabaré que privilegia muito o circo e também em eventos parecidos com esse da Virada. Minha companhia tenta levar tudo para um conteúdo teatral, então a gente cria um espetáculo teatral e usa o circo e a dança como ferramenta”.
A encenação vista durante a “Virada” é realizada com a participação de mais cinco pessoas, que se revezavam para subir e fazer o espetáculo, Ricardo não quis revezar com ninguém, todas as vezes que a suspensão subia ele estava lá em cima, dançando, vibrando e cantando “Eu gosto muito, me emociono muito e as pessoas sempre querem falar comigo, pois elas notam essa minha vontade de fazer a arte no alto, eu gosto e não é a toa que estou há quase 24 horas subindo e descendo sem parar”.
Os artistas só descem da suspensão quando o show encerra. Somaram mais de 50 minutos o tempo em que Ricardo esteve no alto, movimentando-se sem descer para descansar o corpo “Saindo daqui vou direto para uma apresentação no palco do Largo da Batata, que não é um palco de show é só um espetáculo do grupo mesmo”, o bailarino encerra dizendo que se tivesse tempo visitaria as outras atrações da “Virada”, principalmente a Pinacoteca que recebeu milhares de pessoas nesses dois dias de evento e que é a que ele mais tem vontade de visitar.





O relógio que orienta a cidade paulistana



foto: Marcello Palhais/Diário SP – Augusto faz os ajustes;

Por: Caroline Brito

Manhã de sexta-feira, Estação da Luz, é onde se vê o movimento de pessoas correndo e direcionando seus olhares aflitos ao monumento exposto na Torre do Relógio. Cento e quarenta e cinco degraus. É hora do relojoeiro Augusto Fiorelli, 51 conferir o relógio.
Era 1901 quando os ingleses trouxeram para São Paulo três relógios iguais ao do principal ponto turístico de Londres, um deles foi instalado na Estação da Luz, mas devido a um incêndio, um mecanismo derreteu e o relógio foi substituído por outro nacional bem parecido com o original. O monumento é observado todos os dias por milhares de pessoas que olham para o topo da torre da estação da luz, olhando as horas e correndo contra o tempo para não se atrasar, além de ser o grande destaque da estação ele recebe grandes cuidados do relojoeiro Augusto Fiorelli. “Lá em cima eu dou corda no relógio, lubrifico as engrenagens e confiro se o horário esta certo”, conta.
O trabalho é maior quando muda o horário de verão, ele conta que demora mais ou menos 11 horas para acertar todos os relógios cuidados por ele, pois além do relógio da Luz ele cuida de outros 11 espalhados pela cidade de São Paulo, começa na Freguesia do Ó e acaba em Paranapiacaba.
Com muita dedicação e trabalho ele cumpre suas responsabilidades sem deixar se quer qualquer detalhe fora dos ajustes, “Um relógio como esse não pode errar a hora, ele serve de guia para as pessoas que todo o momento estão passando por aqui. Então como aqui é alto bate muito vento e os ponteiros acabam saindo do lugar, se chove a atenção tem que ser maior e deixar tudo certo”, explica.
Mesmo com todo o movimento diário, muitas pessoas que passam por ali não sabem as histórias que trouxeram o relógio até a estação, para a maioria o monumento não passa de um simples relógio. “Eu nunca soube de nenhuma história, pra mim ele é um relógio comum, diferente dos outros, mas com a mesma finalidade de outro qualquer” relata a vendedora Dayana Ferreira, 27.
Não é com os mesmos olhos da vendedora que o relojoeiro fala sobre o que enxerga, frente ao monumento, ele se emociona em dizer as diversas histórias que já ouviu e passou junto ao seu falecido avô, de quem herdou o oficio. “Cuidar desse relógio já me trouxe muitas histórias, desde adolescente cuidei disso com meu avô, só posso dizer que é incrível, pra mim nunca vai ser um simples relógio”.
Outras histórias marcaram Fiorelli. “Em 2004 fizeram uma pintura no relógio, ficou muito parecido com a antiga, isso me deixou muito feliz conseguiram resgatar aquela imagem que conhecemos de muito tempo atrás”. O relógio exposto na Estação da luz é visível aos olhos de todos, seja para ver a hora, seja para descobrir qual o seu significado na história, o que importa é que ele está lá e ainda ficará por muito tempo. “Eu espero cuidar dele até quando eu não puder mais. diz, “Não consigo imaginar quem ficaria aqui no meu lugar, faço tudo sozinho e não é fácil”.
Com simpatia e emoção o relojoeiro finaliza dizendo que seu maior orgulho é poder fazer parte da história da Torre do relógio.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

FIEO RECEBE CONSAGRADO PUBLICITÁRIO,ZÉ LUIZ

FIEO RECEBE CONSAGRADO

PUBLICITÁRIO, ZÉ LUIZ




por: Caroline Brito e Eduardo Camargo

 
Acostumado a lidar com os grandes públicos, José Luiz comparece ao UNIFIEO, e a convite, ministra palestra pela segunda vez na semana da comunicação.
Na noite de quinta-feira, 12 de maio, o Centro Universitário FIEO recebeu em seu campus, localizado na Vila Yara, José Luiz Martins, convidado a ministrar palestra na já tradicional “semana da comunicação”. A instituição acostumada a promover eventos voltados aos mais diversos cursos, contou, pela segunda vez, com a presença de José Luiz, publicitário gabaritado e atual diretor de criação da agência Áfrika, e também criador de diversas propagandas, entre elas a da Pepsi Twist, considerada por ele a principal de sua carreira.
O palestrante, em discurso permeado de humor, comentou sobre seu trabalho e também sobre a profissão que envolve não apenas publicitários, mas que engloba toda a área de comunicação. O publicitário falou por mais de duas horas e buscou esclarecer as dúvidas dos mais diversos alunos, dos diferentes cursos do UNIFIEO. Ele buscou destacar os momentos mais importantes de sua carreira, exibindo algumas de suas propagandas mais famosas, que lhe renderam o Cannes, considerado o ‘Oscar’ da propaganda.
Em espaço aberto aos alunos, o publicitário respondeu uma série de questões. Em uma delas, José Luiz fala sobre quais são as maiores dificuldades dos estudantes recém-formados.
“A falta de experiência prática. Muitos alunos saem com uma bagagem acadêmica, mas naturalmente sem experiência. A melhor coisa é procurar um estágio na área escolhida o mais rápido possível e aprender na prática o que a faculdade ensinou na teoria”, afirma.
O palestrante indica ainda os caminhos para que um publicitário possa ter sucesso em sua carreira e que suas ideias se destaquem frente aos seus concorrentes.
“Ela deve ser original, relevante e pertinente ao briefing. Não basta ter só uma ou duas dessas qualidades, precisa das três. Se não for original, não chama a atenção de ninguém. Se não for relevante, chama a atenção, mas não importa para as pessoas. Se não for pertinente ao briefing, não acrescenta nada à marca”, declara José Luiz, que também acredita na necessidade de se criar um personagem e dar vida, alma a ele, para que o produto possa ser bem

divulgado e tenha sucesso garantido, pois segundo ele a publicidade tem que mostrar a personalidade do produto.
Ele comenta também sobre a mídia e as estratégias usadas para se alcançar o público alvo e o cativar, entender a proposta da propaganda e consequentemente do produto.

“Quando se tem uma estratégia bem definida, você deita e rola. Com o comercial da Pepsi nós fomos evoluindo a cada comercial. Evoluímos através do esqueleto. Tenho orgulho de ter feito o diálogo dos ‘limõezinhos’, a Pepsi Twist passou a vender mais do que a Pepsi comum”.

José Luiz Martins encerra sua palestra enfatizando quesitos que , independentemente da profissão que se exerça, são fundamentais e fazem com que o funcionário seja comprometido com seu trabalho e futuramente seja reconhecido.

“Tem dias que você não está bem, mas para trabalhar nisso, não importa o humor. No dia em que você não está legal, você tem que fazer de qualquer jeito, não pode depender da inspiração. Você só vai se tornar importante quando você tiver uma ideia que se destaque. Você tem que se destacar”, encerra.

O Mercado da "Educação"

O mercado da “educação”
O preço abusivo das atividades extra
por: Caroline Brito e Eduardo Camargo
Atualmente o Brasil não é reconhecido mundialmente como um dos países com os mais altos índices de educação básica, pelo contrário, segundo o último ranking realizado e divulgado pela UNESCO, em janeiro deste ano, o Brasil perdeu posições em relação a 2009, de 76º para 88º lugar entre 128 países. O ensino particular tornou-se uma válvula de escape para a precariedade das escolas públicas brasileiras e acaba sendo muito procurado, porém muitas vezes possuí atividades que compõe a média final dos alunos, que estão fora do alcance financeiro dos pais, criando assim um empecilho a mais para se obter uma educação de bom nível.

Em entrevista, Ivani Sartori, diretora do COC, Colégio Osvaldo Cruz, um dos mais famosos e procurados colégios da região de Osasco, fala sobre a importância das escolas particulares e qual seu diferencial na aprendizagem dos alunos: “A escola particular propicia ao aluno um conhecimento amplo. Por possuir aulas mais dinâmicas, proporciona aos estudantes além da informação, a formação necessária”.
 
Ivani Sartori afirma ainda, que as atividades extracurriculares são essenciais para que o aluno tenha uma boa formação, pois para ela essas atividades fazem o estudante compreender melhor os conteúdos, além de ensinar sobre os valores e respeito ao outro. Quanto à valia, cobrada fora da mensalidade, à diretora declara: “Não embutimos valores de viagens na mensalidade do aluno, pois não podemos obrigar o aluno a participar de atividades que ele não tenha condições de pagar”. A entrevistada comenta que há outras possibilidades para o estudante compor sua nota, pois se o mesmo tiver problemas financeiros e não conseguir acompanhar a sala nas atividades propostas, ele realizará outra atividade que venha atingir o ideal dado pela instituição, efetuando passeios mais acessíveis ou pesquisa em biblioteca. Também segundo a diretora, está prevista uma prova para os alunos ingressantes, a fim dos mesmos conseguirem uma bolsa, e ser admitido no COC com uma redução da mensalidade.
 
As dificuldades encontradas no ensino público, que envolvem não apenas a péssima qualidade da maioria das instituições, mas também a violência presente nelas e vários outros aspectos que desqualificam as mesmas, tem feito com que o ensino particular seja cada vez mais requisitado. Segundo Silvana Amorim, autônoma e mãe de quatro filhos, e que pagou escolas particulares para suas filhas por muito tempo, sendo que uma delas estudou em um colégio do gênero da 2ª série ao 3º ano do ensino médio, diz qual é sua visão sobre as atividades extracurriculares: “Não sou muito a favor, além do custo alto, eles não aproveitam para aprender e sim para se divertir”. Apesar da clara insatisfação, quanto algumas das atividades propostas, a mãe declara sobre a qualidade do ensino privado: “Com relação a qualidade estou satisfeita, pois além da carga horária que é proposta durante o ano, a escola proporciona extras diariamente, dando oportunidade de melhor estudo e aprendizado para não ficar com tempo ocioso”, finaliza.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Globalização x Robotização



Robatização na Globalização


A Globalização é o grande processo da fase atual do desenvolvimento capitalista, ela vem pulverizando a mão de obra do trabalhador, isso tudo para baratear no custo de produção, ou seja, a pulverização surgiu para fragmentar a produção. Essa fragmentação aconteceu por causa de alguns motivos um deles é a robotização.

A Robotização no sistema atual gerou grandes discussões. Devido a procura incessante ao lucro, as empresas vêm buscando meios que as levem o mais rápido á isso, e a robotização acabou sendo uma saída de sucesso para elevação na produção.

Esse método de alcance ao lucro traz benefícios somente aos capitalistas e causa uma preocupação na vida de operários, pois eles acabam sendo descartados e substituídos por máquinas.

Uma matéria publicada em agosto de 2001 pela “Folha Online” falava exatamente sobre a robotização no mercado, onde funcionários da empresa Volkswagen protestaram através de uma paralisação nas atividades, devido a substituição de funcionários no posto bancário do Unibanco, instalado dentro da fábrica, por máquinas automáticas. Os operários em defesa protestaram por não serem a favor da robotização e automação que tira o emprego das pessoas.

Concordamos que as fábricas coloquem máquinas para agilizar no processo de produção, mas somos contra a desvalorização da mão-de-obra do homem. Deve existir alguma solução que evite o desemprego, por exemplo, os trabalhadores deveriam ser colocados em outras áreas onde pudessem trabalhar e não serem prejudicados pela substituição das máquinas.

Já dizia Otavio Ianni, em relação às formas de organização social da empresa , “a sofisticação da divisão do trabalho e a especialização da força do trabalho, esta robotizando e informatizando organizações e atividades econômicas,sociais,políticas e culturais”.

Realmente a melhor forma seria recrutar os funcionários para outras áreas, pois assim como disse Thomas A. Stewart, “As máquinas trabalham, muitas vezes melhor do que qualquer ser humano poderia trabalhar, mas não criam” , ou seja, as máquinas tem o poder de trabalhar mais rápido e melhor, mas não possuem um cérebro capaz de pensar e criar.

Alguns outros motivos relacionados a essa fragmentação é devido a fatores que se ligam a robotização como, o desemprego estrutural que faz com que as pessoas procurem o mercado informal e assim por diante.





quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Férias Férias Férias!

Férias:  um período de descanso periódico de
uma atividade constante, geralmente trabalho ou aulas.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

“Que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”

A Idéia de Existência
“Que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”


(Pensamento Anarquista)

O Existencialismo surgiu em meados do século XIX, sendo considerado um movimento filosófico no período entre guerras, na Europa. Naquela época todo o clima que se enfrentava em meio a uma crise geral proporcionou um ambiente favorável ao seu desenvolvimento, uma vez que as idéias discutidas por esse movimento abordavam questões relativas à existência humana em um período tão conturbado como aquele.

Muitos filósofos fizeram parte dessa corrente, cada um deles falou sobre a existência humana, criando pensamentos próprios e distintos entre si, porém com elementos comuns que permite pensar o Existencialismo enquanto uma corrente filosófica.

Para a corrente da existência, o homem é o único ser existente e exerce essa influência ao perceber-se livre para escolher, se o ser humano não tiver autonomia de escolha estará vinculado ao nada, “Ninguém pode ser nada antes de existir”, disse Sartre, o ser humano constrói sua essência a partir de suas escolhas, onde nada está pré-determinado, e é a partir da angústia de ter que escolher que o Homem define o que ele quer ser. A angústia se faz presente no momento de escolha porque este envolve deixar de lado todas as outras possibilidades em função de uma, ou seja, na escolha sempre lidamos com perdas. Para Sartre “O homem deve ser inventado todos os dias”. Pensando pelo lado da liberdade de escolha é a angústia que fundamenta todos os valores que vão sendo construídos e, conseqüentemente, torna o homem responsável por tudo o que escolhe e faz. “A liberdade é o único fundamento do ser” afirma Sartre. O princípio de Sartre é a não existência de Deus, o homem não tem ao que se apegar. Somos livres, sós e sem desculpas. Chega à conclusão de que nada justifica a existência, o tédio dos dias e das noites, caminhos obscuros e desertos, o cotidiano. Mas isso não o livra da liberdade e da responsabilidade, que são da essência do homem, uma liberdade sem conteúdo se torna amargura, náusea.

Podemos perceber que a angústia e o desespero são temas centrais dessa corrente filosófica. De acordo com o filósofo Sören Kierkegard, o desespero humano é causado pela distância entre a criatura e o criador, ele coloca a causa do sofrimento em questão.

A liberdade, segundo ele, gera no homem a angústia que pode levá-lo, de várias formas, ao desespero. Então, cada decisão é um risco, o que deixa a pessoa mergulhada na incerteza, pressionada por uma decisão que se torna angustiante. Como no modo de vida estético, escolhe fugir dessa angústia e do desespero através do prazer e de buscar a inconsciência de quem ele é. Outra forma de fuga é ignorar o próprio eu, tornando-se um autômato.

No conceito do existencialismo, as idéias, ou as essências, não são anteriores às coisas, são as próprias coisas consideradas de determinado ponto de vista, em sua universalidade e não em sua particularidade. Síntese do universal e do particular, o indivíduo existente é redutível ao pensamento, ou inteligível, na medida em que contêm o universal, a essência humana.

Para concluir, ao analisar o pensamento anarquista “O que seria de nós se tivéssemos a vida e não as idéias.”, que defendia a ideologia libertária e profundamente individualista, podemos observar que essa linha de pensamento anarquista se identifica com o pensamento existencialista de Sartre, pois os dois pensamentos se ligam quando o existencialismo apóia que o homem tem que ser livre para decidir e escolher o que ele quer e o que é bom para si, e por outro lado quando o anarquismo defende a idéia de que sem as privações das instituições, a sociedade seria mais evoluída e igualitária.

por: Caroline Brito


PS:  o Texto tive como fonte alguns sites para ajuda e o FIM desse texto tem uma ajudinha da Fernanda Fioravanti , entrem no blog dela : http://parteminha.blogspot.com/

Transtorno de Conclusão de Curso.

TCC


Trabalho de Conclusão de Curso
ou
Transtorno de Conclusão de Curso.




Vida Pré e Durante o TCC.




Decidir o tema do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e como elaborá-lo pode ser bem difícil e pode gerar alguma angústia, especialmente se a cobrança for maior que os esclarecimentos fornecidos. Há quem pense em desistir do curso no final, ou encara a coisa como um Transtorno de Conclusão de Curso.

Apesar da angústia e do nervosismo, o TCC cria um espaço para os estudantes iniciarem-se no campo da pesquisa, buscando ampliar os conhecimentos teóricos acumulados ao longo da graduação


Na semana do dia 16 a 20 de novembro,os estudantes do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade FIEO apresentaram o Trabalho de Conclusão de Curso.Após as apresentações , alunos da agência ‘Essência Publicidade’ contaram como foi desde o inicio do trabalho.

“Houve vários conflitos,afinal um TCC ocupa m uito os integrantes do grupo,isso gera um stress passageiro”,diz Henrique Brito, 23 anos.

O grupo apresentou o produto DECAMATIC ECO, da empresa Deca,com a finalidade de mostrar ao publico um produto que traz mais conforto e economia nos banheiros.

“Os motivos que nos levaram a escolha do tema foi a sustentabilidade e a responsabilidade social, no caso o uso racional de água”,

explica Hellen Cristine Januário,22 anos,estudante.    

Os gastos de um TCC é nítido, banners, brindes, figurinos e outras coisas que foram usadas durante a apresentação,mostra a dedicação dos alunos que se preparam para concluir o curso e saírem oficialmente Publicitários.

“Houve muitos gastos, devido a impressão de folders, material de merchandising, campanhas publicitárias, contratação de locutores, edição de algumas peças”, diz Henrique.

Apesar de alguns erros,os alunos mostraram-se tranquilos durante a apresentação.O grupo explicou o que fizeram para manter a tranquilidade e apresentarem um bom trabalho.

“Conseguimos controlar o nervosismo,pois estávamos preparados,entregamos tudo no prazo e isso nos fez manter os pés no chão”,conta a Agência Essência Publicidade.

Os trabalhos já foram entregues e apresentados,o grupo já sabe da aprovação,mas aguardam ansiosamente pela nota do trabalho.



Por: Caroline Brito

O Tempo não para !




O filme ‘ O TEMPO NÃO PARA’ se tornou uma obra muito especial para mim, ganhei de uma pessoa muito importante no ano de 2005 que já veio a falecer. É o filme da história do meu grande ídolo Cazuza.


A história conta a vida de um garoto dourado do sol de Ipanema que surpreendeu o cenário musical brasileiro. À frente de uma banda de rock cheia de garra, começou a dar voz aos impulsos de uma juventude ávida de novidades. Ele, Cazuza, era a grande novidade.

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza , foi cantor, compositor brasileiro, que ganhou fama como símbolo da sua geração enquanto vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho, sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor que houver nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

Cazuza tornou-se um dos ícones da música brasileira do final do século XX. Dentre sucessos musicais solos destacam-se "Exagerado","Codinome Beija-Flor", "Ideologia", "Faz Parte Do Meu Show", "O Tempo Não Pára" e "O Nosso Amor A Gente Inventa".


Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Em 1989 declarou ser soropositivo e sucumbiu à doença em 1990, no Rio de Janeiro. Cazuza era a voz que eu mais ouvia na minha infância, conheci a música do ‘gênio rebelde’ através dos meus pais, mas só na adolescência quando ganhei o dvd de presente que descobri a história que havia por trás daquela voz que sempre me encantou, uma história com muita rebeldia e que ao mesmo tempo nos mostra uma grande lição de vida, mostra o que as drogas e amizades erradas podem trazer para a vida de um jovem.

Nasci meses antes em que em que Cazuza veio a falecer, não tive a oportunidade de ouvi-lo cantar em cima dos palcos, mas todas as vezes que assisto ao filme é como eu tivesse vivido aquela época. Nos dias de hoje as músicas não são mais como as da década de 80, as bandas atuais não me dão tanto prazer de ouvir como as de antes, mesmo não fazendo parte da época é, Rock de 80 que me atrai até hoje, e Cazuza, é o meu ídolo principal.

Artigo Arnaldo Jabor

Artigo

Arnaldo Jabor














“Tenho saudades da escuridão”



O crítico cineasta e jornalista carioca, Arnaldo Jabor, escreve toda terça-feira artigos sobre política, cultura e fatos cotidianos.

No último dia 17, Jabor escreveu um artigo lembrando-se de seu passado em relação ao “apagão” que aconteceu em alguns estados do Brasil,inclusive no estado de São Paulo, local onde estava o jornalista.

Em “Tenho saudades da escuridão”, o jornalista fala que o ocorrido trouxe uma repentina, triste saudade de sua infância suburbana.

Jabor conta como vivia detalhe por detalhe de sua pobre infância, diz que “As noites eram mais escuras. Volta e meia, faltava energia”, ele gostava da luz do dia, as noites não traziam coisas boas na sua vida e nem em sua casa, pois era quando a luz do dia ia embora e a noite chegava que ele presenciava as brigas de seus pais.

Naquela época acontecia o maior fenômeno da história da ciência,o eclipse e o Brasil era o melhor lugar para se observar, para a tristeza de Jabor ,tudo ficou escuro. O eclipse trouxe espanto para ele e para todas pessoas que moravam no subúrbio e fez com que a idéia de que os dias claros, com sol,chuva e tudo aquilo que eram “dele” fosse deslocada, por causa do tal “fenômeno” que trouxe ao Brasil, cientistas estrangeiros e diversos aparelhos.

Nesse artigo, o jornalista relaciona seu passado onde cientistas eram mais importantes manipulando e deixando pessoas assustadas com os fenômenos mal explicados à sociedade com o presente, em que para ele o governo esconde verdades, deixando brasileiros desamparados e tratados como “débeis mentais”.



Por: Caroline Brito